Ela é assim, e será assim sempre que quiser.
Mas nem por isso penso que deva dizer já que ela é.
Ela está a ser. E vai ser cada vez mais.
Devagar, aprenderá que ser, é um esforço suave. Determinado, mas quase sempre se desliza mais do que se trava.
Já existem tantas paredes bem duras para isso…
Tem piada, ela. É virtuosa, penso. Ou se não for, certamente respeitarei que seja meramente decidida a ser. A ter ideias e decisões. A questionar-se e a mim. Espero que me questione imenso.
Tem um rabinho duro, e arrebita-o para fora como se já aceitasse que um pequeno empurrão é apenas o que necessitamos para não cairmos no damage control sucessivo.
Eu penso que percebo bem de damage control. Eu acho que somos amigos. Mas andamos sempre zangados.
A Diana, tem tudo para ser o que quiser, naturalmente.
Tem, acima de tudo, alguém que a vai indicar sempre na direcção de todas as simples questões como esta.
Ou deixá-la ainda mais confusa.
Mas, aliás, se ela se decidir a ser confusa, não importa nada.
;)

