Não percebo agora…
… Esta mania que me surgiu de postar os pensamentos imediatos e inúteis.
… Esta mania que me surgiu de postar os pensamentos imediatos e inúteis.
Mas não vejo maneira de o tornar pequeno. O post aliás, deve ter sempre o tamanho que deve ter. Deve ser sempre tão grande como a vontade de o ser.
Não se prende um post.
Pode fazer mal.
A Trilby não só é lindíssima e elegante, como tem um chapéu muito bonito!
Uma delas, ao invés de outras, era ver alguém investigar as falhas nas paredes do meu apartamento-construído-por-engenheiros-civis-licenciados.
… de recomeçar corrosivo. A rasgar.
Com a mania, lá está!…
Bas ela dá doida!!
Burque me gueres exbosto gom minhas fantasias infantis por dodo o ciberespaço?
Com a memória afogada em ganho, olha a linda coisa há-de sair deste bingo dodo. Dalvez, gue gueria ser ganalizador ou bruxo.
Logo neste momento, gue só me abetecia ser uma folhinha de menta. Ou hordelã-bimenta!
Ou então um Água-Fresh!! Ah!…
Dá-me mais uns dias de Odrivina, Silomad e Ben-u-Ron — abroveito a ogasião bara desejar boas festas adrasadas aos seus griadores, assim gomo saudinha bra doda a bida!
… Bfff!!
É que esta questão não é sobre o acto abortivo.
Não é essa a questão.
Qualquer tentativa incipiente de juntar este blogue a uma discussão mentalmente inerte é, desde já, assassinada à partida. Assassinada não, perdoem-me o eufemismo disfarçado, é brutal e grosseiramente eliminada após uma vagarosa esborcinadela dos intervenientes.
Já deve dar dores de cabeça até à pseudo-intelectualidade dos pseudo-intelectuais. Poupem os meninos. Há necessidade de pô-los debater outras questões supérfluas.
Fim, portanto.
Ando ocupado. Comprometi-me a ter objectivos definidos. Ao tentar incluir-me como recurso do meu cronograma cotio — merda reles e desinteressante, que é como quem diz para viver a vida à laia de repartição de finanças. Dizia eu que, através desta “coisa”, tento fazer com que este ano produza resultados financeiros estimulantes a outros projectos que me são queridos. Que me são essenciais e, além de tudo, que me são especiais.
E vai daí — gosto de usar esta expressão — vai daí que escrever coisas interessantes, aqui no “coiso”, tem passado, tacitamente, para “segundo plano”.
Vá, um segundo plano sucede sempre a um primeiro, mas não quer dizer que seja menos importante. Aliás, vivemos deles, dos planos, e de como passamos elementos da nossa vida através deles. Se passamos bem ou mal, “vai daí” e as nossas relações ressentem-se desse facto mesmo sem querer. Mesmo sem podermos fazer algo acerca disso.

Mas não se pode confundir.
Poder fazer algo até podemos, mas entra em franco e directo conflito com outros planos. Outras intenções.
O problema é óbvio. Só nós, individualmente, sabemos o conteúdo leitoso dessas intenções, sendo quase certinho que acabaremos por causar azia a muitas relações a quem atribuímos um plano diferente do que estas desejariam. O problema é óbvio, mas não consegue ser simples
Para todos os efeitos, o que eu queria mesmo era um bom plano para gerir estes planos. Estes estratos finíssimos de hóstia quebradiça, que são todas as nossas relações de amizade, inimizade, negócios, companheirismo, amor e loucura.
Falta-nos algo, quem sabe, se calhar é candura.
… E, desde já, para criar o pior poste de 2007, a ver se isto acaba melhor do que começa, que é fácil de o fazer quando se inicia com um nível tremendamente baixo — não querendo, contudo, deixar de admitir que essa é a normalidade do “coiso”. Começou assim por asneira, agora é por orgulho!
Justifico-me, eu sei, mas que se há-de fazer? Fazer um blogue que pudesse ser minimamente lido foi uma resolução de novo ano. Ora, toda a gente sabe como é que funcionam essas coisas das promessas.
«O prometido é de vidro, diriam uns; o prometido é fodido, diriam os mais bem educados.» — Meu caro, concede-me o gamanço de estilo, sim?, é prò ano novo.
Bom.
Para mim, isto da mudança de ano resume-se a duas simplicidades:
Alívio por ter acabado um e esperança que tenha começado outro.
Com importância que se entrega à mudança, todos os anos, acabo por ficar com suores durante o tique final, pelo medo de ficar perdido ali no meio.
À alminha carente que chegou a esta humilde gasolineira através da busca com o termo: «malato gay», é favor de se dirigir às consultas de oftalmologia e otorrinolaringologia o quanto antes.
O nome do programa é “Um contra Todos” e não “Um para Todos”.
(Eu até já gozo com as estatísticas. Ainda ponho alguém a pensar que isto é um blogue, livra!)
Segundo o Sr. Victor, o meu barbeiro há uma catadupa d’anos, não auguro nada de bom ao desejar boas entradas à malta. Ele faz questão de me lembrar desse facto ligando-o a outros sobre a minha perdida qualidade capilar sempre que lá vou.
Portanto, prò ano, que todos os meus amigos, bloggers e coisos se saiam o melhor possível e que andem carregados de sucessos cabeludos.
Private:
Este ano vou estar impossibilitado de enviar mensagens escritas via telelé, pelo que, quem se pensar expulso da minha — valiosíssima e requisitada — mailling list, pense outra vez, prò ano não escapa às excepcionais promoções comerciais do Carrefour, Feira Nova e Clube Jamba — sempre no lugar do costume.
–
Meu querido, não resisto a fazer piadas com essa ideia. Tu tem lá paciência, é que é daquelas tuas ideias que merecem, pá!
A propósito disto e de outras coisas, pensei um pouco em tomar algumas resoluções de ano novo.
O S&C esteve em vias de se apagar permanentemente, eu estive em vias de me afastar temporariamente e a gata Tita está em vias de engordar, embora estranha mas comedidamente.
Quanto a isto, nada de grave.
Consoante a memória vascular e pulmonar deste corrompido organismo de carbono, espero que o meu plano de voltar a fumar se esfume. Conto encontrar algo que julgo perdido há quase 15 anos. Não sei o que é nem onde anda, mas espero que não passe por aí para descobrir. Para já, todas as tentativas a que compenetradamente me cometi, saíram com bocados alternados de asco com vómito. Para quem me conheceu bem, isto é bastante estranho. Nem um Romeo Y Julieta guardado em cuidada humidade tropical, deixaram que o meu palato voltasse a apreciar o “prego”. Portanto, quanto a este método de eutanásia mascarado de panaceia para “a coisa perdida”, penso que o posso riscar do moleskine.
Li alguns blogues de que gostei muito. Encerrei as visitas a alguns blogues que desapareceram ou me entristeceram. Conto voltar a uns quando eles regressarem, quando a moleirinha acordar ou, pelo menos, arrefecer da febre bubónica. Sim, bubónica, com todas as referências às partes médicas e púbicas que possam transparecer. Conto adicionar mais, interessantes; de pessoas, provavelmente, não tão boas pessoas, mas definitivamente interessantes. Conto apagar outros.
Leio quem tem, de uma forma ou de outra, algum foco e cada vez mais me atrai o género bucólico. Deve ser da época, do frio ou novamente do asco. Sei lá… A probabilidade de estar grávido, mesmo com a grande improbabilidade, podia explicar muita coisa.
Quanto ao Natal, foi um bom Natal. Quentinho, como desejava — que o caraças da minha casa própria é fria como o bacalhau de molho. Outra coisa que está na hora de mudar.
As crianças, essas, riram e a Inês, lá em casa, deu berrinhos a cada embrulho que desbravava. No final, é só isso que se mostra importante e ficamos perdidos de todas a azafamas mazelentas quando os vemos nestas alturas. Ganhamos alguma inocência perdida, que é emprestada da deles, mas não é mau que assim seja. É das únicas formas que a reavemos, nem que seja apenas por uns instantes.
No hábito da abstracção ganhamos mais um bocadinho de saúde e talvez nos dê alento para mais um ano em bem.
Sobre outras realidades, mais ou menos filosóficas, mais ou menos engraçadas; sublimadas ou corroídas, ainda vai correr algum texto.
Mas, por agora, que se lixe. Até aos Reis ainda é Natal e os guinchos da minha sobrinha, embora não me paguem a gasolina do carro, sempre me dão vontade de correr por aí fora.
Até já, vou calçar os ténis.
Fazem muitos penduricalhos enfeitados à porta da loja de conveniência ali do lado.
É estranho que me cheire a natal e ao mesmo tempo a Chao-Ming com gambas, mas as coisas são como são e a mim não me faz espécie ter que dividir e partilhar o menino Jesus do Vaticano, o Pai Natal da Coca-Cola e o Dragão colorido lá do… do… daquele senhor… do…
Bom…
Dizia eu, que os barulhos sendo menos familiares, não tenho qualquer tipo de necessidade em abster-me de desejar a todos os meus amigos, bloggers, coisos, coisas e afins, um feliz e gordo Natal.
Gordo, feliz e quente, acima de tudo!
Não há mais tempo para escrever, que isto do matrimónio às vezes requer paciência… e muito espírito natalício. :P
P.S.:
À Isabel e ao Paulo, que estão longe de diferentes maneiras, um abraço saudoso e um desejo um bocadinho mais especial. ;)
… O que me lixa é o cabelo, pá. O cabelo a cair é que não havia necessidade nenhuma.
Eh, pá…
… Bolas.
A quantidade absurda de linques para actualizar impede-me de conseguir pensar sequer em começar a fazê-lo. Isto é só um momento!
Eu sou gajo de me eclipsar. Nem que seja para baralhar os astrólogos. É uma coisa simples mas com ensejos para descansar à sombra da minha sombra. É triste e é assim.
Sinto é que nada tenho a dizer que sirva. Nada, com certeza, a acrescentar à vida de alguém de quem muito gosto. Alguém que conheço sempre pouco.
Tu, particularmente, sabes que és forte e experiente. Tu sabes que o sol não é um presente que te acompanha. É apenas a mera circunstância de seres como és.
Já eu, quem me dera que o sol constasse do rol das minhas amizades seguras. Dava-te, no mínimo, um bocado de alento luminoso, ao invés deste silêncio cibernético a que me entrego quando não estou seguro.
Hoje, num dia tão nublado como eu, um dia tão enfadonho como a Nacional 13 em Domingo de Ramos, deixo-te uma lembrança. Deixo-te um carinho, nem de sombras tão bom como o teu sol. Nem de luas tão suave como a tua maneira de, simplesmente, conseguíres ser assim.
Deixo-te uma ternura. Está aqui acima ou abaixo desta linha. Não está escrita, mas espero mesmo que a consigas ler.
M
… na caixa que dá letras a quem tem direito, tenho a dizer que o Sarmentinho é um bom vinho para leitão e amigos. É um bom vinho de qualquer forma, mas com amigos é que é.
E já repetíamos a coisa, não era?…
… que, estatisticamente, posto mais ao Domingo que à Segunda.
Isto é, não penso muito na Terça, mas defino a vagarosa Quarta como o pretérito essencial para que a minha Quinta se sinta mais sossegada nos ócios. Claro que deixo para a Sexta as reflexões preliminares sobre o que se passará no Sábado — em que nada escreverei. Quer dizer, para que hajam modos de me entreter com palavras pouco ou nada salobras, pouco ou nada significativas ou pouco ou nada inventivas, mais vale deixar isto tudo para o único dia que vale a pena. Aquele que descansa mais toda a gente. Gente altamente tolerante ao conteúdo imbecil.
Blogar, portanto, mais que uma apetência emocional, é um exercício estatístico com algumas variáveis redundantes na fórmula do Querer.
A bem ver, este é um poste canjinha com massa de letras. É tipo um poste TVI ou, porventura, um junk post.
Moral da coisa: pelo seguro, mantenham sempre um antiácido por perto.