Arquivo para Janeiro, 2007

Sábado, 13 de Janeiro, 2007

Ó Drilby!… Drilby!!

Bas ela dá doida!!

Burque me gueres exbosto gom minhas fantasias infantis por dodo o ciberespaço?

Com a memória afogada em ganho, olha a linda coisa há-de sair deste bingo dodo. Dalvez, gue gueria ser ganalizador ou bruxo.

Logo neste momento, gue só me abetecia ser uma folhinha de menta. Ou hordelã-bimenta!

Ou então um Água-Fresh!! Ah!…

Dá-me mais uns dias de Odrivina, Silomad e Ben-u-Ron — abroveito a ogasião bara desejar boas festas adrasadas aos seus griadores, assim gomo saudinha bra doda a bida!

Bfff!!

ma ~ 19:17h | Blogue-a-dias
Terça-feira, 9 de Janeiro, 2007

Gostaria de falar uma única coisa acerca desta questão do Aborto.

É que esta questão não é sobre o acto abortivo.

Não é essa a questão.

Qualquer tentativa incipiente de juntar este blogue a uma discussão mentalmente inerte é, desde já, assassinada à partida. Assassinada não, perdoem-me o eufemismo disfarçado, é brutal e grosseiramente eliminada após uma vagarosa esborcinadela dos intervenientes.

Já deve dar dores de cabeça até à pseudo-intelectualidade dos pseudo-intelectuais. Poupem os meninos. Há necessidade de pô-los debater outras questões supérfluas.

Fim, portanto.

ma ~ 23:40h | Blogue-a-dias

Melaço

Ando ocupado. Comprometi-me a ter objectivos definidos. Ao tentar incluir-me como recurso do meu cronograma cotio — merda reles e desinteressante, que é como quem diz para viver a vida à laia de repartição de finanças. Dizia eu que, através desta “coisa”, tento fazer com que este ano produza resultados financeiros estimulantes a outros projectos que me são queridos. Que me são essenciais e, além de tudo, que me são especiais.

E vai daí — gosto de usar esta expressão — vai daí que escrever coisas interessantes, aqui no “coiso”, tem passado, tacitamente, para “segundo plano”.

Vá, um segundo plano sucede sempre a um primeiro, mas não quer dizer que seja menos importante. Aliás, vivemos deles, dos planos, e de como passamos elementos da nossa vida através deles. Se passamos bem ou mal, “vai daí” e as nossas relações ressentem-se desse facto mesmo sem querer. Mesmo sem podermos fazer algo acerca disso.

Estratos

Mas não se pode confundir.

Poder fazer algo até podemos, mas entra em franco e directo conflito com outros planos. Outras intenções.

O problema é óbvio. Só nós, individualmente, sabemos o conteúdo leitoso dessas intenções, sendo quase certinho que acabaremos por causar azia a muitas relações a quem atribuímos um plano diferente do que estas desejariam. O problema é óbvio, mas não consegue ser simples

Para todos os efeitos, o que eu queria mesmo era um bom plano para gerir estes planos. Estes estratos finíssimos de hóstia quebradiça, que são todas as nossas relações de amizade, inimizade, negócios, companheirismo, amor e loucura.

Falta-nos algo, quem sabe, se calhar é candura.

ma ~ 18:22h | Blogue-a-dias
Terça-feira, 2 de Janeiro, 2007

Sem querer ser muito bacoco…

… E, desde já, para criar o pior poste de 2007, a ver se isto acaba melhor do que começa, que é fácil de o fazer quando se inicia com um nível tremendamente baixo — não querendo, contudo, deixar de admitir que essa é a normalidade do “coiso”. Começou assim por asneira, agora é por orgulho!

Justifico-me, eu sei, mas que se há-de fazer? Fazer um blogue que pudesse ser minimamente lido foi uma resolução de novo ano. Ora, toda a gente sabe como é que funcionam essas coisas das promessas.

«O prometido é de vidro, diriam uns; o prometido é fodido, diriam os mais bem educados.» — Meu caro, concede-me o gamanço de estilo, sim?, é prò ano novo.

Bom.

Para mim, isto da mudança de ano resume-se a duas simplicidades:

Alívio por ter acabado um e esperança que tenha começado outro.

Com importância que se entrega à mudança, todos os anos, acabo por ficar com suores durante o tique final, pelo medo de ficar perdido ali no meio.

ma ~ 13:46h | Blogue-a-dias