Arquivo para Abril, 2005

Sexta-feira, 29 de Abril, 2005

Este blogue está encerado.

Cuidado com os pés.

Não, a sério, cuidado com os pés.

* É que agora não posso atender. Neste momento, a editar um programa totalmente documentado em francês. Francês de França, compreenda-se.

Vous devez faire la mise à jour du noyau de la base de données. Rien ne sera perdu.

Adoro.

Lista

Ah! Cimbali!
E seria um homem feliz!…

ma ~ 15:10h | Ócios
Quinta-feira, 28 de Abril, 2005

The missing linque!

Entre outros sublimados que ainda não coloquei, houve ali um linque que escapou de forma danosa. Imperdoável. O Sozé, quando ganhar o juízo de também voltar a escrever e retornar a estas lides da Quarta, que me desculpe.

E hoje já chega de blogosfera.

Quarta-feira, 27 de Abril, 2005

Ó diabo!, que as interjeições não têm rabo!

Pedindo desculpas antecipadas, às vezes queria mesmo impor certo tipo de leituras a certos bloggers.

É que… Bom, se há coisa que não sou é corrector ortográfico ou gramatical. Aliás, nunca poderia sê-lo, basta olhar à leviandade e ao desleixo com que edito este diário. No entanto, há realmente um tipo de erro que me causa grande formigueiro: a troca de interjeições.

Se há locução que respeito, é a locução interjectiva. E porquê? Talvez por ser a base da genuinidade escrita. Uma das mais puras formas de força textual – ainda que, muitas vezes, onomatopeica. E faz-me grande espécie que se confunda um literário: “Ó diabo!”, com um abichanado amaricado roto: “Oh! Que lindo pavimento listrado que arranjou para a sua entrada, ó vizinho!”

Bolas prà urticária, pá!

ma ~ 23:35h | Blogue-a-dias

Amicus amicum adiuvat ou Manus manum lavat?

É direito/dever do amigo ajudar. Acima de tudo, é direito/dever do amigo estar presente. A “presença”, ainda que não sendo física, é o dogma do conceito de amizade que respeito.

Isto não significa que, nas separações forçadas, sejam os amigos obrigados a manter os contactos telefónicos, electrónicos e outros tantos ónicos que surgiram e estão a surgir na era das tecnologias de informação/comunicação – tornando cada vez mais fácil que estas separações sejam limitadas meramente pelo orçamento familiar. Acima de tudo, significa que façam com que a vossa presença seja motivo de conforto e apoio para essa amizade. Que a ajudem por altruísmo ou, para ser um pouco mais realista não o sendo muito, pelo o retorno de uma amizade análoga fechando desta forma, muito simplista, o ciclo da mesma. Assim, não será muito importante se a vemos – a amizade – a cada semana, cada mês ou a cada ano. Sabemos bem que ela está “lá”.

Isto vem a propósito de muita coisa, mas de coisa nenhuma que interesse relatar especificamente. Para já, pelo menos.

O que vem a propósito desta nota é o interesse em gravá-la para o futuro, futuro esse em que volte a mudar de ideias e recomece novamente a julgar todos os meus conceitos relacionais – os latos, claro, que a boa formação não é muito corrosível. Interessa-me gravar que existem aqueles que falam com uma empatia nos olhos e apenas pensam no movimento bancário ou material de todo um género de “necessidades”, do que as verdadeiras necessidades das suas relações. As necessidades sentimentais. Aquelas – já há muito esquecidas, aposto – que criaram a sua amizade em primeiro lugar.

É obvio que este é o conceito de amizade mais admirável, ainda que não seja o mais praticável fora de Hollywood. E são raras, estas amizades sem egoísmo.

Acima de tudo, o que gostava de não ver, são os amigos “de trazer por casa”, mas que não interessa nada que nela entrem. São aqueles que estão apenas presentes para falar de algo que lhes sirva a conta própria; que lhes sirva pelo proveito meramente material – premeditadamente ou não.

Ingenuidade? Sim, provavelmente. Mas é, não tenho dúvidas, uma credulidade que tenho o prazer e obrigação de cultivar e proteger. Agora. Já. Antes que mude de ideias.

ma ~ 16:42h | Família
Segunda-feira, 25 de Abril, 2005

Neste momento…

… A ler a colecção de posts da formosa estounua sobre factos – e experiências – da Liberdade.

ma ~ 11:16h | Blogue-a-dias

Este blogue também agradece.

25 de Abril de 1974

ma ~ 0:00h | Blogue-a-dias
Domingo, 24 de Abril, 2005

Esta noite…

… Por uma ou outra razão é um pouco triste. No entanto, e porque de vez em quando é mesmo preciso dizer destas coisas, como uma amiga me disse há pouco tempo:

- Até um chuto no cu empurra prà frente.

Testei. É comprovadamente verdade.

ma ~ 1:05h | Família
Sábado, 23 de Abril, 2005

Com o olho direito tremebundo…

… Ainda mastigo as interpretações de Polly (Gwyneth Paltrow) e Joe (Jude Law) no muito peculiar “Sky Captain and the World of Tomorrow”.

Quase que me atrevo a chamar-lhe: «a mais original obra cinematográfica dos últimos 5 anos.» – quase!

Nem zarolhinha perde a gracinha!

De momento, ainda tenho entredentes a boazinha da Franky (Angelina Jolie) e o seu – muito próximo do real – ar macho-gótico-corta-pulsos-com-ar-de-pirata a oferecer o infortúnio de uma personagem muito mal aproveitada – e estou quase sem fio dental.

As memórias de alguns efeitos blue-screen – ou chroma key – , que me ficaram atrevessados na base da faringe, também teimam em tecer algumas considerações pertinentes.

Para já, dizer que voltar aos tempos do Super-Homem que apenas vencia a gravidade saltando como uma rã-mutante com esteróides foi, no mínimo, revigorante, lá isso foi!

ma ~ 22:31h | Cinemateca
Sexta-feira, 22 de Abril, 2005

Vá lá…

… Dentro do politicamente correcto, nunca gostei muito do politicamente correcto – ainda menos do bloguisticamente correcto.

ma ~ 11:04h | Blogue-a-dias

Neste momento…

Recostado a apreciar o shortlist de Abril no espirituoso webcedário – muito bem apontado pela boa sandocha dietética.

* A ocupar a nova categoria de linques: “Na Ribalta”. *

Não é que haja algum interesse em saber aquilo que escolho para ler com mais frequência, mas gosto de ter uma categoria especial – dizem que é chique e assim.

Enfim, “Paneleirices!”, diriam uns; “leviandades!”, diriam os mais educados.

Quinta-feira, 21 de Abril, 2005

Eu até ia falar sobre Santana…

… Mas acho que já chega.

Além das notícias falarem por todos, acho que deve existir um mínimo de respeito pela dignidade humana.

Há um limite para tudo.

Já chega, pronto.

Adomedia; Macrodobe

E está concretizada a fusão do momento. A Macromedia foi adquirida pela Adobe, num negócio valorizado em cerca de 3.4 mil milhões de dólares americanos.

Não tenho qualquer dúvida que esta compra será uma enorme mais valia, tanto para o mercado técnico de ferramentas de publicação gráfica, como para o mercado web, que tanto cresceu nos últimos 8 anos.

Principalmente, ficarei muito divertido a ver todos os resistentes das áreas gráficas a terem que utilizar outras ferramentas – sim, porque não esperem que a Adobe conserve durante muito tempo duas equipas de desenvolvimento diferentes para dois programas que fazem exactamente o mesmo. É estúpido e pouco lucrativo.

Sempre me irritaram as manias – embora, muitas vezes, tenha participado na brincadeira – de fazer birrinhas e urinar territórios sobre as ferramentas a serem utilizadas pelos profissionais das áreas gráficas. Sejam os Freehand Freaks, Corel Geeks ou Ilustrator Nerds, o que é certo é que todas as ferramentas têm o seu próprio espaço de utilidade, e todas as referidas conseguem fazer o mesmo trabalho com celeridade e qualidade necessária para qualquer aplicação. Se não conseguem de uma forma, conseguem de outra, por isso, parem com birras. Cresçam. Evoluam e tirem as palas dos olhos. Estão fora de moda.

De qualquer forma, a grande vantagem deste negócio vai ser a união das melhores ferramentas que a web pode oferecer às melhores da publicação gráfica. De certo modo, também teremos grandes surpresas na área dos inefáveis PDF, que obterão largos benefícios da plataforma Flash que, agora sendo propriedade da Adobe, já não necessita de qualquer licenciamento para ser implementada em qualquer uma das suas aplicações.

Isto vai ser giro.

Mal posso esperar por toda a evolução que vai sair daqui. Seja no espaço virtual ou no outro, aquele que chamamos de real.

Estou a receber um silence treatment.

Ainda não percebi bem porquê. Aliás, o facto de estar a tentar perceber porquê, é que me está a preocupar.

Ligar o rádio. Isso!… Mata-se o mal pela raíz.

ma ~ 13:38h | Blogue-a-dias
Quarta-feira, 20 de Abril, 2005

Nem sei para que me meto nestas coisas…

Agora a actualizar os linques com uma descrição catita – tirada dos próprios blogues quando a localização da dita é relativamente simples.

Para ler, é só descansar o rato por cima. Fácil, moderno e ecológico.

ma ~ 22:43h | Sublimado & Corrosivo

Pensamento/Piada informática(o) sem piada/pensamento nenhum(a).

Estou com a cabeça em água. Terei o cérebro em waterflow?

ma ~ 18:51h | Blogue-a-dias

Arrepiante!

É surpreendente, a forma de como a arte pode ter uma elevação inversamente proporcional à simplicidade do meio utilizado para exprimi-la.

Lindo!

[São 18.47Mb. Usem o Media Player para correr este atalho. É mais simples. De qualquer forma, atrevo-me a apostar que o vão descarregar por inteiro para o Desktop].

Encontrado enquanto almoçava.

Vá lá…

… Não sou nem contra o intelectualismo, nem contra os intelectuais.

Sou apenas alérgico a quem se assume como tal, ou seja praticante do dogma.

ma ~ 12:27h | Blogue-a-dias
Terça-feira, 19 de Abril, 2005

Hoje…

… Recebi uma má notícia.

Um amigo teve algum azar numa avaliação profissional e acabou com a extinção do emprego do qual dependia. Azar porque, em grande parte, o resultado do trabalho nunca esteve na dependência directa dele – o pior tipo de trabalho possível. Um trabalho de foco, na crítica do mundo que é, a maior parte das vezes, silenciosamente cruel.

Mesmo com uma separação deliberada e tendenciosamente interesseira pelos trajectos que a vida levou, conforta-me saber que é uma situação temporária e desejo-lhe uma saída em grande.

Quando o talento é inato, é um pouco como tentar segurar água corrente com mãos nuas – perdoa-me a parca habilidade na alegoria – mas ainda será uma tarefa mais difícil, quando os talentos são muitos. Dificilmente serás ofuscado. Aliás, na verdade, nunca o foste.

Boa sorte, mano.

ma ~ 23:49h | Família
Sábado, 16 de Abril, 2005

Argh! Socorro!

O terror! O pânico!! Após o segundo gole (e meio) de café com Logan’s 12, não é que me lembro do Comanchero?

Comanchero - Moon Ray

A minha mulher não conhece o Comanchero! Como é que é possível alguém não conhecer o mítico Comanchero! Como?!

Moon Ray? Does it ring a bell?!

Argh! O pânico! O PÂNICO!!

ma ~ 21:48h | Blogue-a-dias
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